Sobre o blog

Músicas, Meditação, Livros, Contos, Roteiros, Vídeos, Cursos, Atendimentos, Budismo, Mantras, Canalização, Natureza e Nova Espiritualidade. Blog de Paulo Stekel com todas as novidades do seu trabalho como músico, escritor, instrutor e pesquisador da Espiritualidade Universal. Confira os livros disponíveis, seus álbuns musicais já lançados, a lista de cursos à disposição e os atendimentos. ***** Contato: pstekel@gmail.com ***** © 2018 Paulo Stekel – todos os direitos reservados - all rights reserved

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

O que é Meditação na Não-Dualidade

Por Paulo Stekel (Pema Dorje)




https://www.youtube.com/watch?v=fnyZ-dvIYv8

Neste vídeo, realizado em Florianópolis - SC, num encontro do Grupo Maitreya, ligado ao Projeto Mahasandhi de Meditação Livre Não-Religiosa, o orientador do Projeto, Paulo Stekel (Pema Dorje), explica o que é Não-dualismo e como funciona a meditação através desta perspectiva, na qual não há separação entre o mundo e a consciência, entre samsara e nirvana, entre o eu e Deus (para os teístas).

Se você deseja um Curso de Meditação Mahasandhi ou abrir um Grupo de Meditação Mahasandhi em sua cidade, entre em contato pelo email pstekel@gmail.com.

Se quiser saber mais sobre o trabalho do Projeto Mahasandhi, acesse:

https://stekelmusic.blogspot.com/search/label/mahasandhi (busca "mahasandhi")

https://www.youtube.com/playlist?list=PLoPXQZkAtpod71yd3-zOw7R2rZHClD-c8 (Playlist "Meditação Mahasandhi")

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Por que Praticar em um Grupo de Meditação?

Por Paulo Stekel (Pema Dorje)



https://www.youtube.com/watch?v=svVTc0HBQLU

Vídeo de Paulo Stekel (Pema Dorje), orientador do Projeto Mahasandhi de Meditação Livre Não-Religiosa realizado num encontro do Grupo Maitreya, em Florianópolis - SC, explicando os motivos de se participar de grupos de meditação, bem como o que é necessário para a permanência neles.

Se você deseja um Curso de Meditação Mahasandhi ou abrir um Grupo de Meditação Mahasandhi em sua cidade, entre em contato pelo email pstekel@gmail.com.

Se quiser saber mais sobre o trabalho do Projeto Mahasandhi, acesse:

https://stekelmusic.blogspot.com/search/label/mahasandhi (busca "mahasandhi")

https://www.youtube.com/playlist?list=PLoPXQZkAtpod71yd3-zOw7R2rZHClD-c8 (Playlist "Meditação Mahasandhi")

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

[Florianópolis - SC] Curso de Cabala - Neo-cabala e Cabala Não-Dualista

Por Paulo Stekel

Curso de Cabala - Neo-cabala e Cabala Não-Dualista

Dias 20 e 21 de outubro (sábado e domingo)


Um curso de introdução à Tradição Mística da Cabala a partir de três vertentes disponíveis atualmente: a Cabala Tradicional, de tendência judaica ortodoxa; a Neocabala adaptada aos tempos modernos e que flerta com a Ciência (ex. Berg e Hurtak); a Cabala Não-Dualista que revive o misticismo profundo dos rabinos contemplativos do período do cabalismo medieval (ex. Michaelson).

A ênfase do curso é na Cabala Não-Dualista. De acordo com o Rabino Jay Michaelson, a não-dualidade começou a surgir nos textos medievais da Tradição Judaica que culminaram no Hassidismo. Para ele, o Judaísmo tem em seu interior uma tradição mística muito antiga que é profundamente não-dualista. A noção de "Ein Sof" ou "Nada", a infinita vaziez, é considerada a base de tudo o que existe. Nesta visão, Deus é considerado acima de qualquer proposição ou preconcepção. O mundo físico é visto como emanando do "Nada" como as muitas faces ("partsufim") de Deus que são todas uma parte do "Nada" sagrado.

Uma das mais importantes contribuições da Cabala, e que se tornou uma noção central no pensamento Hassídico, foi a interpretação altamente inovadora da ideia monoteísta. A crença em "Deus Uno" não é uma mera rejeição de outras deidades ou intermediários, mas uma negação de qualquer existência fora de Deus.

Alguns tópicos tratados no curso: Mistérios e Tradição (Mistorin e Kabbalah); as fontes cabalísticas; o poder das letras hebraicas; a Árvore da Vida; Shemá e Kavanah (os "mantras" Hebraicos); o Mantra "Qadosh"; Ein Sof e o Absoluto Não-Dual; Sefirot; Anjos; Nomes Divinos; O Homem Celeste; Mundos da Cabala; Meditações cabalísticas.

Dias 20 e 21 de outubro (sábado e domingo)
Sábado, das 14h às 18h
Domingo, das 09h às 12h e das 14h às 18h

Ministrante: Paulo Stekel (Prof. de Cabala e Línguas Sagradas, Paleolinguista de formação livre, instrutor de meditação)



Investimento: R$ 200,00 (duzentos reais)
Inclui apostila e certificado de participação / sócios-guardiões do IMMA com a carteirinha em dia têm 50% de desconto

Local: IMMA - Instituto Multidisciplinar do Meio-Ambiente e Arqueoastronomia
Rua Laurindo José de Souza, 188, - Fortaleza da Barra da Lagoa - Florianópolis - SC

Inscrições: (48) 99647-2013 (Whatsapp, c/ Paulo)
Ou pelo email pstekel@gmail.com

VAGAS LIMITADAS

Cloud Strings - Single de Stekel

Por Paulo Stekel



https://www.youtube.com/watch?v=kQ5BKAxkHJw

Lançamento! Novo single instrumental de Stekel. "Cloud Strings" é uma música relaxante feita nas cordas eletrônicas de Stekel. Ideal para começar o dia com algo inspirador e tranquilizador.

Para ouvir diversas músicas do acervo de Stekel, que já conta com quase 200 composições, acesse:

http://www.reverbnation.com/stekelmusic

Para baixar trechos gratuitos de todos os livros de Paulo Stekel em versão digital, vá até o link abaixo e acesse o livro de seu interesse:

http://stekelmusic.blogspot.com.br/2013/10/livros-de-stekel-e-books-em-pdf.html

Pedidos de livros digitais e das músicas de Stekel em mp3 devem ser feitos através de contato pelo email pstekel@gmail.com

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

[Palestra] O Coração da Prática Espiritual

Por Paulo Stekel



https://www.youtube.com/watch?v=es9t_jnC_Kk

Nesta palestra, intitulada "O Coração da Prática Espiritual - bases éticas essenciais da espiritualidade de todas as tradições", Paulo Stekel explica o que é uma prática espiritual e o motivo dela necessitar de um cerne, um coração, para que funcione. Noções como compaixão, bondade amorosa e generosidade são explicadas de um modo simples e direto.

A palestra foi realizada no Espaço Ghayda, na cidade de Três Coroas - RS.

Para ouvir diversas músicas do acervo de Stekel, que já conta com quase 200 composições, acesse:

http://www.reverbnation.com/stekelmusic

Para baixar trechos gratuitos de todos os livros de Paulo Stekel em versão digital, vá até o link abaixo e acesse o livro de seu interesse:

http://stekelmusic.blogspot.com.br/2013/10/livros-de-stekel-e-books-em-pdf.html

Pedidos de livros digitais e das músicas de Stekel em mp3 devem ser feitos através de contato pelo email pstekel@gmail.com

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Ratones a Costa da Lagoa - Trilha & Meditação Natural - Florianópolis - SC

Por Paulo Stekel



[PARA PARTICIPAR, FAVOR LER TODO O TEXTO]
Ratones a Costa da Lagoa - Trilha & Meditação Natural
Dia 07/setembro (sex), dàs 09h30 às 15h

No dia 07 de setembro faremos a Trilha de Ratones à Costa da Lagoa, indo até o Ponto 23 (último dos barcos da Lagoa), onde faremos uma Meditação Natural, um tipo de meditação livre baseada na não-dualidade, na qual simplesmente sentamos e nos conectamos com toda a natureza à nossa volta. A meditação será conduzida por Paulo Stekel, orientados do Projeto Mahasandhi de Meditação Livre Não-Religiosa. Ratones à Costa da Lagoa é uma trilha muito bonita de nossa Ilha da Magia.

PONTO DE ENCONTRO: Final da Linha 273 - Circular Ratones, às 10h30min (Canto do Moreira, início da trilha). Esta linha sai do TISAN às 09h50min e chega ao final por volta das 10h15min. Sairemos impreterivelmente às 10h30min, com tolerância de 15 minutos para quem avisar que está chegando.


Custo: Não há custo. Não será cobrado nada de quem participar da trilha porque este não é um evento de natureza comercial. É um encontro de trilheiros e aventureiros em Floripa que tem como único objetivo a integração, a amizade e a aventura.

Características da trilha: Locomoção – a pé; Duração do Passeio – de 3 a 4 horas; Dificuldade –  Mediano; Percurso - de 4 a 5km.

Impacto ambiental: A ideia é causar o mínimo de impacto ambiental. Então, LIXO ZERO. Todo o lixo deverá ser guardado pelo participante em sua mochila ou numa sacola e levado para seu destino final: o lixo que é recolhido pela Prefeitura. Garrafas de vidro, plásticos, papéis, tudo será levado embora. O lixo orgânico também deverá ser recolhido.

Quem pode participar: Qualquer membro do grupo Uhuu Trilhas no whatsapp ou qualquer pessoa convidada por um membro do grupo. A simples adesão ao evento criado no Facebook constitui confirmação. Contudo, é recomendável o contato por Whatsapp, no caso de atraso, pois não esperaremos mais que o tempo de tolerância, para não atrasar a trilha. Adolescentes a partir de 12 anos podem participar, desde que acompanhados por pais ou responsáveis.

O que levar: Considerando que o evento durará algumas horas, o ideal é levar: cerca de 1,5 litros de água; mochila de até 20 litros; alimentos adequados: doces em geral, salgados, biscoitos, pães, sanduíches leves, chocolate (levar alimentos de fácil digestão - frutas, barras de cereais); bebidas (além da água, poderemos levar energético, suco, etc.); repelente para insetos e protetor solar; itens de primeiros socorros (cada um leve o que tiver, pois podemos emprestar uns aos outros: aspirina, relaxante muscular, anti-ácidos, pomadas ou sprays para machucados ou arranhões, etc.); calçado adequado (tênis ou bota próprios para trilha ou, pelo menos, um bom tênis); capa de chuva; lanternas de mão e de cabeça e pilhas reserva (nenhum trilheiro que se preze sai sem lanterna, mesmo trilhando de dia); boné ou chapéu; canivete multiuso.

Quaisquer dúvidas, contatar o Grupo Uhuu Trilhas ou pelo celular (48) 99647-2013 (Paulo)

Um evento da Uhuu Trilhas aberto e gratuito a todos os interessados.

https://www.facebook.com/events/244609902918928/ (evento no Facebook para você divulgar)

*** Interessados que ainda não estão no grupo fechado do Whatsapp da Uhuu Trilhas, adicionar o número (48) 99647-2013 (Paulo) e pedir ingresso no grupo (saiba mais sobre o grupo no final do texto).

* O que é o Grupo Uhuu Trilhas

Nosso grupo nasceu de uma brincadeira entre Paulo Stekel e a companheira de trilhas, Míriam, meses atrás. Fizemos quase trinta trilhas juntos, sempre entre duas a oito pessoas no máximo, e criamos a brincadeira de que éramos os dois únicos membros da "Uhuu Trilhas", um nome que criamos para representar nosso gosto por trilhas e montanhas. Sempre fizemos por amor à natureza e nunca cobramos nada dos parceiros que convidávamos. Agora, resolvemos ampliar o grupo, mas mantendo a mesma proposta. Então, as regras do grupo são bem simples:

- Todas as trilhas são gratuitas. Se houver custo de deslocamento de carro, ônibus, van, barco ou qualquer outro que não dependa de nós, cada um pagará seu custo ou alguém do grupo vai organizar o rachão para pagar o que for preciso. Quando a trilha incluir rapel, considerando que há custo para transporte e o desgaste do equipamento, se for necessário pagar alguma taxa, vamos negociar com os membros aqui que tenham experiência em rapel.

- Somos um grupo de aventureiros. Portanto, as trilhas têm hora para começar, mas não para terminar. Muitas acabam se tornando trilhas exploratórias.

- Fazemos trilhas de vários níveis, desde as mais leves, até algumas mais difíceis, acampamentos e, no período do inverno, montanhismo. Ninguém é obrigado a participar. Cada um participa conforme seu tempo, dias disponíveis, condições financeiras e grau de condicionamento. Mas, o grupo se compromete a ser sempre parceiro e ajudar os demais nas dificuldades que apareçam.

- Toda a trilha termina no boteco. kkkk. Sim, sempre ao final vamos comemorar a trilha em algum bar, restaurante ou num churrasco na casa de alguém.

- Independente dos membros fazerem parte de outros grupos de trilha que cobram, aqui não se cobra e não se formam tretas contra os que cobram. Nossa proposta é aventura, não interessando as propostas dos outros. Todos são livres e a natureza é de todos! Fazemos tudo com segurança e sempre ajudando os colegas em suas dificuldades.

- Quando quiserem propor a entrada de um novo membro no grupo, se for administrador, pode incluir diretamente. Se não for, deve colocar para o grupão e falar sobre o candidato, para avaliarmos se é o caso. Na verdade, se ninguém se opuser, a inclusão é imediata.


segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Como funcionam os Grupos de Meditação Mahasandhi

Por Paulo Stekel



https://www.youtube.com/watch?v=0hT60mxTMCI

Paulo Stekel (Pema Dorje), orientador do Projeto Mahasandhi de Meditação Livre Não-Religiosa, explica como funcionam os grupos de meditação ligados ao Projeto. O que leva as pessoas a procurarem um grupo de meditação? O que faz com que elas permaneçam? Quais os resultados da prática em grupo?

O vídeo foi gravado durante um encontro do Grupo Maitreya de Meditação Livre Não-Religiosa, em Florianópolis - SC.

Se você deseja um Curso de Meditação Mahasandhi ou abrir um Grupo de Meditação Mahasandhi em sua cidade, entre em contato pelo email pstekel@gmail.com.

Se quiser saber mais sobre o trabalho do Projeto Mahasandhi, acesse:

https://stekelmusic.blogspot.com/search/label/mahasandhi (busca "mahasandhi")

https://www.youtube.com/playlist?list=PLoPXQZkAtpod71yd3-zOw7R2rZHClD-c8 (Playlist "Meditação Mahasandhi")

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

A Espiritualidade Cega - o rebanho dos ressentidos

Por Paulo Stekel

A Espiritualidade Cega

O Rebanho dos Ressentidos


Paulo Stekel
(Espiritualista, budista, instrutor de meditação, músico, jornalista e escritor, orientador do Projeto Mahasandhi de Meditação Livre Não-Religiosa)



Paz, Amor e Felicidade

A espiritualidade de todos os tempos, seja a religião instituída, as tradições menores e as visões dos místicos, quase que por completo evidencia a importância de três coisas: a Paz, o Amor e a Felicidade. Assim é, também, no Budismo, a religião que sigo desde 1995. Contudo, mesmo sendo “oficialmente” budista, extraoficialmente, sou um “transbudista”, alguém que não fica limitado apenas aos entendimentos de sua própria religião, alguém que vê em todas as formas de espiritualidade uma tentativa humana de responder à questão do sofrimento, da doença, da miséria e da morte. Começo qualquer análise como budista, mas vou além disso quando penso no mundo e em seus habitantes como além de qualquer denominação, doutrina, forma de dogmatismo ou de elitismos religiosos em geral.

Ao mesmo tempo em que hoje se fala tanto em mudança, transmutação, transformação, elevação, transição planetária, nova ordem mundial e nova consciência – muitos destes termos tendo virado meros jargões e palavras de efeito na mão de pseudoespiritualistas de plantão –, nunca se falou tanto em violência, armas, guerra, governo militar, intervenção, preconceito, privação de direitos, ataques às minorias, xenofobia, misoginia e homofobia. E, em alguns ambientes, inclusive os supostamente mais espiritualizados, os dois tipos de termos tentam, de modo vão e incoerente, coexistir, como se fizessem parte da mesma fé. Impossível! Não há como servir a dois senhores! E, cegos que guiam cego caem ambos no abismo. Aliás, cegueira é o que bem define a situação atual em nosso Brasil.

Um sinal desta cegueira sobre a qual alerto é a adesão de muitos espiritualistas e religiosos em geral no nosso país a um candidato à Presidência visivelmente totalitarista. Bolsonaro representa tudo o que é da antiga visão, tanto política quanto espiritual. É preconceituoso, sem cultura, vociferador, ofensivo, desrespeitoso, homofóbico, racista e misógino, favorável à tortura (disse isso em entrevistas), ao militarismo e à morte desenfreada daqueles que ele considera inadequados para sua sociedade heterossexual, branca, cristã e elitista. Qualquer mente inteligente percebe o quanto isso é incompatível com a espiritualidade, em qualquer instância, o quanto isso contrasta com a Paz, o Amor e a Felicidade, o quanto atenta contra a Vida, a Dignidade e a Liberdade – ele e seus apoiadores são a favor da morte de muitos adultos, mas contra o aborto, por exemplo.

Não precisamos ir longe para encontrar outros representantes deste desatino contraditório de Paz E Guerra, Amor E Ódio, Felicidade E Violência: Olavo de Carvalho (considerado por seus asseclas como “o maior filósofo do Brasil” e por seus opositores como um mero “astrólogo conservador”, termo que ele detesta), Julio Severo (ativista cristão que fugiu do Brasil anos atrás para escapar de acusações de homofobia; é um pouco menos radical que o primeiro, que o ajudou a escapar, mas hoje ambos vivem se alfinetando nas redes sociais), Silas Malafaia (aquele que disse que os fiéis não devem denunciar Pastor corrupto, pois só Deus o pode punir, entre outras pérolas), a tal Bancada Evangélica (que de cristandade quase nada resta) e uma batelada de gente ressentida que não parece ver nada de bom sob o sol se não for através de suas próprias lentes.

A moral dos ressentidos

A noção de “rebanho ressentido” me veio através de Friedrich Nietzsche, que descreve a moral do rebanho ou a moral do ressentimento em obras como “O Anticristo”, “Além do Bem e do Mal” e, em especial, no Aforismo 2 da “Genealogia da Moral”, que descreve o “instinto de rebanho”.

O rebanho precisa de liderança, senão se desagrega. Os exércitos precisam de liderança, senão se desagregam. As comunidades religiosas precisam de liderança, senão se desagregam. A comunidade humana precisa de lideranças, senão se desagrega. Tem sido assim pelo menos desde o fim da Era dos Caçadores-coletores, quando se iniciou a Revolução Agrícola, cerca de 10 mil anos atrás. O pensamento humano parece padecer do mesmo mal: na incapacidade de pensar por si, adere ao pensamento de líderes, senão se desagrega. E, se o ícone escolhido é um boçal, autoritário, totalitarista, a coisa vai de mal a pior. A grande massa, o gado de Zé Ramalho, o rebanho de Nietzsche, não pensa por si mesma. Talvez 1% da humanidade realmente pense, e sob a batuta destes caminha a humanidade inteira.

O rebanho, por mais que seja visto como passivo e obediente, esconde uma crueldade que a História demonstra muito bem. Em momentos de convulsão, o rebanho, cegado por seus ressentimentos, anda tresloucadamente, destruindo tudo o que vê pela frente, bons e maus, culpados e inocentes, bem ao gosto da fala tacanha de Bolsonaro de que, numa guerra, certamente alguns bons morrerão (e, ele justifica estas mortes em prol do “bem maior” da nação, das famílias, da moral e dos bons costumes).

Nos momentos de convulsão social o rebanho se torna o coro dos ressentidos. Escolhe os bons e os maus, idolatra os “seus” bons e demoniza cada vez mais os “seus” maus. A velha luta do “nós contra os outros”. Foi assim em todas as revoluções sangrentas da História. E, o poder se mantém no alto através do trabalho sujo feito pelos rebanhos ressentidos. Era o ressentimento do rebanho que delatava o vizinho como bruxo e se regozijava de vê-lo queimar nas fogueiras da Inquisição. Este mesmo rebanho se alegrava de guilhotinar a todos, culpados ou inocentes, na Revolução Francesa. Ele passava a tiro qualquer um de modo indiscriminado na Revolução Russa. E, por fim, este mesmo rebanho via “comunistas” por todos os lados e denunciava gratuitamente seus desafetos na época da Ditadura Militar, para ele, A Redentora. O padrão é sempre o mesmo. Homens, mulheres, idosos e crianças perecem inclementemente diante das turbas de ressentidos sempre que a ordem social se desagrega. Esta é, afinal, a moral dos ressentidos. É o que queremos para os próximos anos em nosso país?

Buda percebeu a vilanice deste esquema e não tentou mudá-lo diretamente, de fora para dentro. Ele o intentou indiretamente, de dentro para fora. Uma via contemplativa era, para ele, a única forma de mudar o mundo, de melhorar as condições de todos, e conduzir à Paz, ao Amor e à Felicidade que todos desejam. Contudo, isso não significa que o Buda não agiu no mundo quando se fazia necessário. Ele foi claro quanto ao caráter temporário e insatisfatório do poder mundano. Contudo, ao estabelecer as regras que deviam ser seguidas pelos leigos, aqueles que não tomavam o hábito monástico, foi enfático quanto a se governar baseado no Dharma, os ensinamentos que conduzem ao Despertar, ao invés de uma forma de governo baseada na pilhagem, no autoritarismo e no preconceito social. Tanto que o Buda aceitava homens e mulheres de qualquer classe social entre seus discípulos, incluindo os “intocáveis”. Ele tinha uma visão mais ampla de Paz, Amor e Felicidade. Enquanto, para a maior parte das pessoas, a Paz só é possível pela Guerra, o Amor só é mantido pela Obediência ao status quo e a Felicidade só existe neste mundo e nas coisas materiais que o desejo quer o tempo todo, para o Buda, a Paz só é possível pela Não-violência, o Amor só surge pela Compaixão por todos os seres e a Felicidade só existe onde não haja impermanência e transitoriedade, ou seja, num estado de completo Despertar espiritual.

Mas, o que vemos na espiritualidade moderna é um juízo de valor aristocrático travestido de “espiritualidade da nova era”, onde só parece haver lugar para o perfil branco, heterossexual e a classe média. O próprio Budismo no Brasil muitas vezes cai nesta armadilha, já que a maior parte de seus praticantes vem exatamente desta fatia da sociedade. Poucos são os grupos budistas que vão ensinar nas favelas, embora existam. A maior parte se enclausura em sua zona de conforto e se fecha a qualquer interação maior na sociedade. Contrariamente a isso, a proposta do Budismo Socialmente Engajado, por exemplo, um movimento iniciado pelo monge zen vietnamita Thich Nhat Hanh, vê as coisas de outro modo. É um movimento moderno, adaptado aos tempos atuais, mas sem perder a essência do ensinamento do Buda.

Por outra via, não menos problemática, os praticantes das várias correntes cristãs vão até as favelas, mas unicamente para cooptar os rebanhos para sua causa, não para libertá-las do esquema que os faz infelizes. Uma denominação cristã se autodeclara melhor que a outra, a única verdadeira, o baluarte da fé e da moral… Como Deus reconhece os seus no meio de tantos porta-vozes autodeclarados? Mais uma vez, isso tudo nada mais é que o ego ferido e pleno de ódio encubado tentando forçar a barra e meter o pé na porta dos Céus, despedindo São Pedro e fazendo do Paraíso uma chacrinha dos ressentidos.

O ressentimento de agora é como uma síndrome, sendo um dos responsáveis pelas tendências apocalípticas que vemos surgir o tempo todo. A cada ano que se passa, é mais um fim do mundo que se frustra! E, tem sido assim há muito tempo. O ressentimento apocalíptico tenta resolver o suposto “mal no mundo” pela velha luta de “nós contra os outros”, “os salvos contra os pecadores ou condenados”. Tudo através de um discurso higienista hipócrita, ao qual chamo também de discurso da “pureza clínica”. Essa “pureza clínica” anuncia uma nova era apenas para os de mesmo ressentimento, uma salvação, evacuação por extraterrestres, catástrofes mundiais “redentoras” e soluções que dispensem a necessidade de um trabalho interno de autoconhecimento e de refreamento do que há de mais agressivo no ser humano.

O hábito não faz o monge, mas seus pensamentos, sentimentos e ações, sim. Um discurso e prática de baixa vibração, incitador da violência e do preconceito, é algo dissonante com relação a uma alta espiritualidade. Que país mais digno teremos com quem defende pena de morte, tortura e armas para todos? Onde quem pensa assim aprendeu espiritualidade? Isso é puro ressentimento. Como as pessoas não conseguem fazer valer seus egos e não conseguem a disciplina interior que a espiritualidade requer, ficam ressentidas e buscam salvadores para referendar o ódio ao outro que ainda não conseguiram eliminar de si. Freud explica. E, Jesus chora…

Coerência de princípios X Vale-tudo em nome da Luz

Tudo isso parece óbvio para qualquer um que tenha princípios espirituais claros e uma prática coerente, mas como poderia um budista e espiritualista apoiar alguém que fala em matar, impôr a maioria sobre as minorias e rebaixa as mulheres, desrespeitando-as da pior forma? Um religioso ou espiritualista assim deveria ter vergonha de falar em amor e compaixão.

Quem está no caminho espiritual não julga ninguém, frequentemente dizem os ressentidos para calar a voz dos que sabem mostrar que o rei está nu. Contudo, não é questão de julgamento, é bom senso. Um espiritualista ou “espiritualizado”, independente da denominação, cuida o que pensa, o que sente e principalmente o que fala. Assim, suas ações serão fraternas, não-violentas, amorosas e pacíficas. O discurso de pessoas como Bolsonaro e asseclas é algo dissonante com relação ao desenvolvimento espiritual da humanidade, pois divide, não soma.

Tenho visto conhecidos e até alguns amigos que me são caros e que se dizem espiritualistas, espíritas, budistas, cristãos, terapeutas holísticos e reikianos, mas que apoiam este incitador do preconceito e da violência armada. E, quando atendem a seus clientes falam de modo pio e com voz sedosa em energia e amor universal. Não há como colocar essa sujeira para debaixo do tapete e sair pregando paz e amor para os outros. Quanta hipocrisia!!!

Quero deixar claro que não sou eleitor de Lula, de Bolsonaro ou de quem quer que seja. O sistema está corroído, e nenhum deles representa o que a sociedade brasileira necessita em Paz, Amor e Felicidade. Quando o sistema está corroído, lembrando os antigos filósofos chineses, a sociedade se corrói também. Escolher o “menos pior” não adianta. É o caso de nossa nação. Na verdade, do mundo inteiro. Um mundo eivado de notícias falsas, montagens, argumentos rasos, espiritualidade rasa… Escolher o menos pior apoiando alguém que é a favor da opressão, contra as minorias e que quer armar até os dentes uma população já massacrada pelos governos anteriores não é nada espiritualista. Eu me recuso a jogar no lixo os princípios de amor ao próximo que minha prática ensina. Jesus nunca apoiaria um defensor de ditaduras, tortura e pena de morte. Nem ele, nem o Buda, nem qualquer ser realmente iluminado. Sem uma mudança profunda de consciência – o que não é coletivo, mas um trabalho individual, pois começa no indivíduo - não há solução para este caos reinante.

Quando um espiritualista abusa da palavra “Luz” (e, muitos a usam de modo indiscriminado como coringa para a falta de argumentos) para justificar seu desejo em ver o circo pegar fogo, me recordo da Igreja medieval usando o termo Deus para referendar a caça às bruxas. Os Mestres da humanidade nunca aprovariam isso. Se aprovassem, eu os repudiaria!

Estes são os Tempos de Degenerescência dos quais o Budismo fala, o Mappô do Budismo japonês. Uma era escura, de ignorância crescente. A diferença é que, no Budismo, não há um Apocalipse para colocar tudo isso abaixo, apenas o árduo caminho da reforma interior, da conscientização de si e da efemeridade do eu mundano, o eu que se julga eterno, imutável e cuja visão particular da verdade é vista como A Verdade.

A bandeira do Caminho da Luz é a vida, não a pena de morte ou armas para todos, não esqueçamos disso. Isso faz parte da ética espiritual que se aprende nas preliminares da prática de qualquer Tradição que se preze. Infelizmente, muitos espiritualistas faltaram à aula que ensinou esta introdução. Não vejo luz neste equívoco. Defender tortura não é espiritualidade. Lamentável!

A realidade é esta: eleições vêm e vão, as moscas mudam, mas a podridão política continua a mesma e os arrependidos reaparecem. No final, todos somos prejudicados por essa podridão e eles ficam rindo da nossa cara e se locupletando com o nosso dinheiro. Sim, Caminho do Meio, mas sem jogar a ética no lixo.

E, isso não é ser “comunista”, a alcunha típica dos tempos da Ditadura Militar – e que voltam à baila - para justificar a perseguição desenfreada às forças sociais, culturais, intelectuais e filosóficas deste país. Esta lavagem cerebral dividiu o país e condenou a nação à total miséria social. Não sou comunista. Particularmente, para matar a curiosidade de alguns, me coloco como um “anarquista espiritual” ou “anarco espiritualista” (se quiserem, também pode ser “anarco budista”), alguém que vê o sistema tal como aí está – seja capitalismo, comunismo, liberalismo ou socialismo - como algo decadente e padecendo de um vício de origem: o desejo pelo poder e pelo elitismo às expensas do trabalho e da opressão da maioria usada como massa de manobra. O sistema atual não funciona de outro modo. Qualquer um que leia, por exemplo, o livro “Campos de Sangue – Religião e a História da Violência”, da referendada escritora Karen Armstrong, entenderá como o sistema de poder se utiliza da religião, do povo comum menos culto e do rebanho dos ressentidos para se perpetuar.

Quem se elege em qualquer cargo eletivo, em qualquer esfera, mesmo com a melhor das intenções, ou entra nos esquemas sujos dos partidos (TODOS!) ou acaba ficando no ostracismo, sem aprovar nenhum projeto e sem possibilidade de se reeleger no futuro. Então, não é que os bons não se interessam por Política ou não querem concorrer. É que, mesmo se interessando e se elegendo, são calados pela máquina mortífera do sistema canibal do qual fazemos parte.

Uma Sub-espiritualidade ou a cegueira reinante

Quando defender a vida e não ser a favor de ditadura, pena de morte e arma para todos passa a ser considerado por pessoas que se dizem espiritualistas ou religiosas como mero julgamento e briga de egos, apesar de isto ser o óbvio de qualquer ética espiritual, concluo que temos muita sub-espiritualidade por aí. Uma espiritualidade cega, caolha e cambaleante, degenerada e muitas vezes pérfida, que se beneficia, inclusive materialmente, da ignorância alheia. Se eu, como espiritualista e budista tivesse que apoiar estes absurdos, não teria moral para falar em amor, paz, energia universal, reiki, coaching, meditação ou o que o valha.

A questão não é esta. No final, cada um vota em quem quer. Ter opinião clara sobre princípios espirituais e o que cabe a um espiritualista apoiar ou não, é parte do próprio caminho espiritual. O que temos aqui é um alerta sobre os princípios que um espiritualista segue e, no caso dos espiritualistas que atendem clientes como terapeutas, o que transmitem a eles em princípios e energia. Quem acha que isso não é incompatível com apoiar uma pessoa que diz que prejudicará as minorias, armará todo mundo, que é favorável à tortura, etc., pratica isso que chamo de Sub-espiritualidade ou espiritualidade cega, uma espiritualidade de baixa qualidade, que esquece os princípios da Paz, do Amor e da Felicidade que norteiam praticamente todas as formas de religiosidade/espiritualidade. Entender de espiritualidade não é isso. Não sou insano de fazer meditação de enviar paz, luz e amor para toda a humanidade, como muitos fazem por aí, e depois gritar junto com Bolsonaro e afins pela pena de morte, pelas armas e pela violência contra meus irmãos. E, algumas mentes que não alcançam estes argumentos ainda dizem que isso é ego inflado. Conseguem ver a contradição? Rezo para que sim…

Por que estamos nesta situação? Por carma, segundo a fé que pratico! Esta situação é consequência de atos passados, desta e de outras vidas. Contudo, ainda que isto explique a situação, não é uma sentença de que ela tenha que continuar assim. Sem reforma interior, o externo não muda. E, não há salvadores da pátria. Isso é uma ilusão. Só há o salvador de si mesmo, no íntimo de seu ser.

Não estou querendo mudar a opinião de ninguém. No final, cada um age exatamente como lhe apraz. Só estou denunciando a contradição evidente. Isso é a obrigação de um espiritualista que se preze. Vejo que a maior parte, por exemplo, dos terapeutas holísticos no Brasil têm uma base espiritual deficiente, uma ética fraca e baseada em frases de efeito, com pouca crítica e autocrítica, o que faz a espiritualidade que eles propõem definhar cada dia mais. Falta amor real, disciplina e pensamento crítico a estas pessoas. Transformaram a espiritualidade num mero comércio e não seguem no interior o que pregam. Jesus já havia denunciado essa hipocrisia no seu tempo. Mas, ela nunca cessou, apenas vestiu novas roupas.

Conheço poucos terapeutas holísticos realmente sintonizados com os princípios espirituais universais que devem balizar a nova era da consciência na Terra. Felizmente, eles existem e a eles o meu elogio. Temos todos que refletir sobre isso de modo impessoal, em vez de atacarmos o outro dizendo que é puro ego. Não! Compaixão pelo outro não é algo passivo, rebanho cordeirinho ou um coro de ressentimentos. É ação direta, um chamado para a conscientização. Fazer isso, como muitos fazem, não apenas eu, é um fardo, pois a incompreensão ainda impera. Mas, ao insistir na coerência, estaremos, por fim, fazendo nossa parte para uma nova humanidade.

O mesmo vale para todos os religiosos, espiritualistas e pessoas que sentem algo de transcendente nesta vida. A coerência tem a ver com o direito à vida, à felicidade, à paz e à integridade de toda a pessoa, não apenas da pessoa de sua própria fé, denominação, crença, religião, opinião ou ideologia político-partidária. Quem não apoia a corrupção também não apoia a contradição lógica. Neste sentido, praticamente todos os políticos, com raras exceções, estão manchados com o sangue dos brasileiros que diariamente morrem como consequência de suas ações egoístas e apenas interessadas na manutenção do poder e da ignorância das massas. Contra isso, eu me rebelarei sempre, digam o que disserem os ignorantes e os que têm interesses a preservar.


terça-feira, 21 de agosto de 2018

Podcast Stekel #02 - Angelic Sounds

Por Paulo Stekel



https://www.youtube.com/watch?v=YEwi_vP45Cs

Segundo Podcast com músicas de Stekel. Aqui, uma seleção de músicas envolvendo a energia dos anjos lançadas ao longo de seus álbuns.

1 - Mikhael Meditation (Álbum "Fluindo Reiki - Natureza", 2010)
2 - Koach Gavriel (Álbum "Stekel Remixes", 2010)
3 - Tehilat Malakhim (Álbum "Sacred Voices", 2010)
4 - Mikhael Merkavah (Soundtrack for Meditation, Single, 2013) - I - Opening
5 - Mikhael Merkavah (Soundtrack for Meditation, Single, 2013) - II - Arcanjo Miguel
6 - Mikhael Merkavah (Soundtrack for Meditation, Single, 2013) - III - Mikhael Ha-Malakh
7 - Mikhael Merkavah (Soundtrack for Meditation, Single, 2013) - IV - Ending

Músicas ideias para relaxamento, meditação angélica e invocações na energia dos anjos.

Para baixar trechos gratuitos de todos os livros de Paulo Stekel em versão digital, vá até o link abaixo e acesse o livro de seu interesse:

http://stekelmusic.blogspot.com.br/…/livros-de-stekel-e-boo…

Para ouvir diversas músicas do acervo de Stekel, que já conta com quase 200 composições, acesse:

http://www.reverbnation.com/stekelmusic

Pedidos de livros digitais e das músicas de Stekel em mp3 devem ser feitos através de contato pelo email pstekel@gmail.com

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Janela D'Alma - Trilha 7

Por Paulo Stekel



https://www.youtube.com/watch?v=23wiTQohkPE

Durante a II Edição Audiovisual NH 2018, organizado pela Globo Darshan Arts através da cineasta Audrey Dy, dois curta-metragens foram rodados ("Entre Iguais" e "Janela D'Alma"), produzidos para o 24HCurtaNóia. Ambos possuem trilha sonora composta por Stekel.

Aqui, uma amostra da trilha composta para o curta "Janela D'Alma".

Para ouvir diversas músicas do acervo de Stekel, que já conta com quase 200 composições, acesse:

http://www.reverbnation.com/stekelmusic

Para baixar trechos gratuitos de todos os livros de Paulo Stekel em versão digital, vá até o link abaixo e acesse o livro de seu interesse:

http://stekelmusic.blogspot.com.br/2013/10/livros-de-stekel-e-books-em-pdf.html

Pedidos de livros digitais e das músicas de Stekel em mp3 devem ser feitos através de contato pelo email pstekel@gmail.com