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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Música & Canalização - Sons codificados e mantras em nova roupagem

Paulo Stekel



Introdução

Robert Fludd (1574-1637), alquimista inglês do século XVII, com a sua "música das esferas", dizia que todo o universo é um instrumento musical cromático e que o próprio Deus é músico. Os astros estão dispostos segundo as regras da harmonia musical, as distâncias que os separam respeitam as proporções dos intervalos. Cabe-nos ouvir adequadamente tal música das esferas, algo semelhante ao “som sutil” da filosofia indiana.

A música emite uma frequência elevada e trabalha diretamente no nosso campo energético, gerando uma sintonização entre os sons com os diversos níveis de nosso ser e promovendo, inclusive, cura espiritual, equilíbrio emocional e psíquico no ser. Claro que isso depende do tipo de música que se ouve.

Mesmo quem ouve música desconhecendo este processo está sendo trabalhado pelos sons. Porém, uma música muito agressiva pode vir a ter o efeito contrário, gerando raiva, revolta, medo e depressão. Por isso temos, de ter cuidado com o que ouvimos, e quando ouvimos, pois uma música pode nos induzir a desarmonias sutis, baixando a freqüência, alterando o estado de ânimo e levando-nos a cometer atos impensados e de conseqüências negativas.

Em uma canalização feita no Chile, o canal Lee Carroll, manifestando Kryon, disse sobre a música:

“Cada tom de uma música tem sua própria vibração. Quando os tons se apresentam em conjunto, se dá a complexidade. Independentemente do número de notas que se tocam ao mesmo tempo da escala musical, o ouvido humano está preparado para escutá-las todas. Igual que toda obra de arte, não há limite na composição destes sons, e ademais, não importa quantos instrumentos estejam tocando juntos, é ilimitado... O que o ouvido humano pode escutar, é ilimitado. (...)Isto é algo interdimensional.

(...) Assim, aquele que vocês chamam [Robert] Coxon, é realmente um cientista, um cientista do som. Ele tem a magia e descobriu o que sabemos, o dom que recebeu através dos tempos.

Não é sua primeira vida como músico. Ele mesmo pode se surpreender quem ele foi de verdade, apesar dele ter uma idéia... Talvez se surpreenda ao saber qual foi o seu instrumento de verdade. Mas ele tem uma idéia disto...

Ele falou de algo que talvez vocês já conhecem como a “quinta aberta”. Permitam-me compartilhar algo universal. Chegará o dia em que os cientistas saberão sobre a matemática disto, ou a relação da suspensão entre estas duas notas. A relação da vibração entre elas é universal e se dá na LUZ, se dá na química, se dá na criação da vida, está em todas as partes. É como tocar nas cordas da Malha Cósmica de uma forma específica, é como ter um coração com um milhão de cordas e se tocarem duas dessas cordas nessa seqüência, a que vocês chamam quinta aberta, vibram todas as cordas.

Vocês podem não produzir som, já que muitas dessas cordas são interdimensionais, mas estão no DNA de cada um de vocês. No entanto, há certos tipos de relações entre as vibrações e as notas que é dito terem uma qualidade humana. As coisas que ele disse a vocês são verdadeiras.

Agora, não precisam ser mestres em música, não têm que ter música para aproveitar isso, porque esta mesma relação existe nos corações de cada um. A suspensão, a magia da quinta aberta, faz parte da relação da fórmula do próprio Deus. Quando se traduz isso no plano tridimensional, nós podemos escutar uma música e ver a arte.

Mesmo os que não podem escutar e não podem ver, têm o poder de criar eles mesmos, sempre que um se dá conta que é uma quinta aberta; quando amas a humanidade, tu envias esta quinta aberta; quando aceitas o Amor de Deus, estás vivendo com a quinta aberta.

(...)Bendito o ser humano que lembra estas coisas de maneira interdimensional e que, a próxima vez que escutar uma música e ver uma obra de arte, recordará que esta coisa atravessa o véu sem ser tocada. É por isto que todas as religiões do planeta Terra contém arte e música. Não há erro, não há engano.”


[Canalização no Seminário de Robert Coxon (músico) por Kryon - Canalizado por: Lee Carroll - Transcrito e traduzido por: Roberto Gasi - Santiago, Chile, 16/04/2007]

Recentemente, em uma entrevista, nós mesmos dissemos sobre a canalização de músicas:

“A forma como se pode canalizar é bem variada, pode ser falando, escrevendo, desenhando, pintando, podem ser símbolos, música, inclusive existem várias pessoas que fazem isso no Brasil. A diferença de criar uma música como faz qualquer compositor e de alguém que canaliza é que o mote para aquilo tem um fundo espiritual e um objetivo específico, com fundamentação terapêutica; não é uma criação aleatória, é uma música sagrada de certa maneira. Então, pode-se canalizar toda expressão de linguagem, de comunicação.”

[Entrevista concedida a Yannik D'Elboux (Editora Corpo Mente - Curitiba, PR)]

A música canalizada tem, realmente, inúmeras aplicações. Pode ser usada para relaxamento, meditação, realinhamento dos chacras, energização, indução do sono, etc.

Alguns canais mantêm os olhos abertos ou fechados, ou caminham enquanto canalizam. Há canais que falam, escrevem, dançam, tocam ou compõem música, criam obras de arte, novas tecnologias, fazem curas. Há ainda os multicanais, aqueles que podem realizar várias formas de canalização, de modo simultâneo ou concomitante.

Robert Coxon e os efeitos do som

Robert Haig Coxon (www.robertcoxon.com), é um músico canadense que acompanha Lee Carroll, o famoso canal de Kryon, em seus seminários ao redor do mundo. Coxon é multi-tecladista, e se baseia em sua experiência pessoal, musical e espiritual para criar melodias muito utilizadas em técnicas de meditação.

Coxon compõe desde os 11 anos de idade e toca profissionalmente desde os 17. É autor de músicas para cinema. Mas, em 1986 afastou-se das atividades comerciais para dedicar-se a composição do disco Cristal Silence I, e depois, Cristal Silence II, músicas bem ao estilo “new age” da época. É o maior vendedor de discos “new age” do Canadá.

Atualmente, Coxon direciona muito de seu trabalho ao estudo científico dos efeitos da música sobre a cura. A idéia é explicar como as áreas interdimensionais de uma melodia podem tocar e curar pessoas, algo que ele mesmo tem experimentado em seu trabalho por anos.

Em 1998, Coxon se uniu às viagens de Lee Carroll (canal de Kryon) ao redor do mundo. Nesta nova fase, seu objetivo tem sido compartilhar evidências científicas de como o som pode afetar nosso bem estar e de como podemos usar a música para crescer espiritualmente, enfim, compartilhar sua investigação sobre os efeitos do som na mente e no corpo. Ainda complementa seu trabalho com anos de treinamento metafísico, trabalho de cura com as mãos e prática de meditação.

Deve-se a Coxon o conceito de Personal Power Music (Música de Poder Pessoal). Depois de lançar o álbum The Silent Path, Robert Coxon realizava um concerto próximo a Beaumont (Quebec, Canadá), quando o público solicitou mais um bis. Então, ele decidiu criar espontaneamente uma música que refletisse a energia dos ouvintes. Muitos caíram em lágrimas ao final do concerto. Este evento marcou o começo de sua música criativa e cheia de energia, um processo espontâneo que só pode ser definido como uma “canalização” a partir de níveis sutis. Coxon não é o único a fazer isso, mas é um dos mais notórios.

Por vezes, em especial quando acompanha Lee Carroll, Coxon oferece a algumas pessoas o que chama de Personal Power Music (Música de Poder Pessoal). O processo é simples: a pessoa senta-se silenciosamente com Robert, ele sente a energia da mesma e começa a tocar. Para ele, o que é captado neste momento é uma combinação da energia da pessoa e da sua própria energia, um conjunto de lembranças do passado, potenciais e poder real. Ao final, a pessoa recebe um CD, gravado ao vivo durante a sessão de 15 minutos. Tais sessões se tornaram tão populares que é difícil agendá-las.

“Música celestial” e OVNIs...

O trabalho com a Música de Poder Pessoal de Robert Coxon inclui apenas música instrumental. Seria possível a alguém canalizar espontaneamente música cantada? Sim, e esta é a nossa própria experiência.

Começamos a cantar aos 5 anos, por influência do pai, que é músico. Nosso processo era espontâneo e nunca precisamos aprender as notas ou afinação. Tudo o ocorria de tal forma que podíamos afinar o violão de papai apenas pela voz.

Aos 6 ou 7 anos percebemos alguns fenômenos interessantes: a sensação de ouvir uma música celeste, semelhante a harpa. Não se tratava de uma harpa cristã melodiosa. Talvez algo mais dinâmico, tipo a harpa de Andreas Vollenweider (risos). De qualquer forma, a partir daquele momento, ao olhar para o céu, em especial à noite, ou simplesmente relaxar na cama, era suficiente para “ouvirmos” algum tipo de melodia calma e relaxante. Estamos falando da década de 1970, entre 1975 e 1979, período em que a chamada música “new age” recém dava seus primeiros acordes, com artistas que só depois se consagraram, como o grego Vangelis e o francês Jean Michel Jarre. Mas as músicas que “ouvíamos” espontaneamente se assemelhavam a algumas composições que estes apresentaram anos depois. Outras, pareciam ainda mais sofisticadas.

Cantamos música popular até por volta dos 15 anos de idade e “encerramos” nossa carreira nesta área. Mas a música continuou fazendo parte de nossa vida, pois continuávamos a “ouvir” a música que vinha “do alto”. Seis anos mais tarde, em 1991, viajávamos para a Argentina com mais dois amigos, para participar de um Congresso de Esperanto, a língua de apoio criada por Zamenhof há mais de cem anos. Quando acampávamos em meio à Província de Corrientes, indo em direção à Província do Chaco, o fenômeno da “audiência celeste” (risos) mais uma vez se manifestou! Objetos luminosos estranhos apareceram no céu por volta das 20h e pudemos novamente “ouvir” uma melodia que passou a martelar em nossa mente o tempo todo da viagem. É importante esclarecer que nossos dois amigos viram os objetos, mas não escutavam a melodia.

Ao voltarmos do Chaco, resolvemos antes passar pelo Uruguai, indo até a Província de Salto, especificamente até a cidade de Salto, na fronteira com a Argentina. Em Salto fica a Estância La Aurora, uma fazenda conhecida da região por ter sido alvo de avistamentos ufológicos há muitos anos e por conter uma gruta dedicada a Padre Pio de Pietrelcina, um estigmatizado italiano canonizado em 2002. No Brasil, La Aurora se tornou conhecida na década de 1990 através das obras de Trigueirinho (Ed. Pensamento).

Na década de 1970 ocorreram em La Aurora aparições de OVNIs e fenômenos estranhos no lugar, levando o governo, estudiosos e todo o tipo de gente a especular sobre o que se passava ali. O escritor e espiritualista brasileiro Trigueirinho foi apenas mais um destes a tecer uma explicação (para ele, há uma cidade intraterrena sob a fazenda). O local também foi palco, na década de 1960, de uma das bilocações (capacidade de estar em dois lugares ao mesmo tempo) de Padre Pio, motivo da gruta erigida em sua homenagem.

Quando chegamos a La Aurora, que fica próxima às Termas de Dayman, distrito de Salto, já sabíamos de tudo isso. Ao indagarmos a um policial argentino sobre onde ficava a fazenda, o mesmo perguntou: “Acaso querem ver os gnomos de lá?” “Gnomos” era como ele se referia aos ETs baixinhos que teriam sido vistos por ali décadas antes.

Chegamos a La Aurora, não vimos nem OVNIs, nem “gnomos”, nem nada anormal. Visitamos a gruta de Padre Pio e ficamos até o anoitecer. Contudo, no retorno a Dayman, voltamos a “ouvir” a música celeste que nos acompanhava desde a infância.

Descobrindo códigos musicais

Retornando ao Brasil, após as experiências na Argentina, percebemos o quanto a música tem o poder de induzir certos estados emocionais e meditativos. Em 1993 tivemos a intuição de pesquisar as possíveis relações da Cabala hebraica com os aspectos sutis da música. Descrevemos este processo na edição digital de nosso livro “Projeto Aurora – retorno a linguagem da consciência”. Apresentamos os trechos mais relevantes:

“(...) até 1993 não nos ocorreu a idéia de codificarmos os 22 Princípios Fonológicos [isto é, os sons das 22 letras hebraicas] em sons audíveis e transmití-los como uma mensagem a possíveis civilizações extraterrestres que nos visitam. Mesmo porque algumas idéias precisam de um incentivo para serem postas em prática, além de terem o tempo certo de amadurecimento.

(...) se é possível transformar estes “princípios” em sons musicais, por que não fazer isso durante uma vigília, codificando uma mensagem que os extraterrestres pudessem entender como um pedido de contato? A idéia era instigante. Mas também arriscada. O local deveria ser tanto adequado quanto seguro para um experimento destes.

E.B.L.S. construiu uma “rádio pirata” para a transmissão em freqüência modulada (FM), que atingiria cerca de 1000 metros em campo aberto. Um teclado seria acoplado, de forma que poderíamos tocar a mensagem codificada durante as vigílias.

Os leitores devem estar curiosos para saber que mensagem transmitíamos na época do “Projeto Aurora”. (...) A mensagem era a codificação, segundo certo método, de um mantra que aparece no Livro de Isaías, cap. 06, vers. 03: Qadosh, Qadosh, Qadosh. Yahveh Tsevaoth. Melô Kól-haárets kvôdo – lit. “Santo, Santo, Santo. Yavé [O Existente] dos Exércitos. A plenitude de toda a Terra é sua glória”. Este é o mantra completo, mas utilizamos uma codificação cabalística baseada numa outra versão, que circula em alguns meios ufológicos: Qadosh, Qadosh, Qadosh. Adonay Tsevaoth. Yod-Hê-Vav-Hê. - Lit. “Santo, Santo, Santo. Senhor dos Exércitos. Y-A-V-É.” Codificado, o mantra se transformou em música, música cósmica, harmonizada dentro dos Princípios da logolinguagem.

Cada nota musical quer dizer algo no esquema do universo. Cada letra cabalística tem seu número, sua forma, sua cor e sua nota musical na escala diatônica. Quando transformamos em música uma palavra hebraica (...), o resultado não é dissonância, mas uma harmonia muito interessante. Quando escolhemos notas aleatoriamente, o resultado é dissonante. Portanto, o método não é ilógico.

O Marquês de Saint-Yves d'Alveydre já tentara, em seu livro “O Arqueômetro”, relacionar as letras hebraicas e as do seu alfabeto Vattan com os tons da escala musical. Os resultados não são iguais aos nossos, mas têm seu mérito. A relação de Blavatsky parece ser mais lógica, e é a que utilizamos na definição dos tons das letras hebraicas.

Chamamos a este processo de transformar uma palavra hebraica ou sistemas logolingüísticos em sons musicais de “codificação de mensagens a partir de sistemas logolingüísticos correlatos em sistemas de harmonias musicais” ou, mais resumidamente, SISTEMA MELCOM (Mensagens Logolingüísticas Codificadas em Música).

Neste sistema podemos, teoricamente, controlar o significado e o efeito das letras que formam as palavras, transformadas em música. Como elas são regidas por notas musicais e não por compassos, duração ou outros componentes da música, quando temos a seqüência de sons, apenas a criatividade [ou, na verdade, um processo de “canalização”, hoje podemos dizê-lo] pode gerar uma melodia harmônica e sonora ao ouvido. Caso contrário, as notas devem ter todas a mesma duração, independente de qual seja. Cremos ainda, que uma nota com duração maior tenha seus efeitos intensificados. O fato de usarmos harmonias musicais junto a ela também deve ter efeitos simpáticos, positivos ou não, conforme o caso.

Hoje, existem programas de computador (softwares), alguns inclusive gratuitos (freeware), que podem gerar música eletronicamente. Basta conhecer um pouco de notas musicais, compasso, duração de notas, etc., para que se possa criar alguma coisa. É o que temos feito. Contudo, também se faz necessário conhecer a língua hebraica (além de outras antigas) e os princípios da logolinguagem (...) para que se possa iniciar a pesquisa na codificação de mensagens pelo Sistema Melcom.”


Isso foi o início de tudo! Mas a pesquisa continuou nos anos seguintes. Ainda que de modo silencioso, continuamos nossos estudos, a partir de uma tabela de relação entre as notas musicais, as cores e as letras do alfabeto hebraico [ver foto abaixo].



Chegamos a esta tabela unindo conhecimento, intuição e canalização. Mas, para entendê-la, é necessário ter conhecimentos musicais. Trata-se de um método para codificar ou decodificar sons a partir de palavras hebraicas, nomes divinos, nomes angélicos ou palavras cabalísticas de poder. Para isso, é necessário codificar as letras de uma palavra hebraica para as notas correspondentes. Então, com um pouco de sensibilidade musical, é possível arranjá-las de um modo harmônico. O efeito é algo sutil e subliminar sobre a mente estressada do dia-a-dia.

Quando ouvimos a seqüência musical codificada para a palavra hebraica “shalom” (lit. “paz”), por exemplo, o efeito é de energias que promovem a saúde e dão força para vencer obstáculos, além de ajudar a nossa conexão com o Eu Interno.

A seqüência do Nome Divino “Yahveh”, uma das palavras mais sagradas da Cabala, por representar o Nome pelo qual a divindade se revelou aos homens, tem a propriedade de aumentar a força espiritual de quem a escuta, pois os sons que contém representam notas fortes que vibram em oitavas de energia física e espiritual.

Com o tempo, desenvolvemos a idéia de que os nomes das pessoas também carregam vibrações, se as letras forem transcritas no alfabeto hebraico. Neste caso, devemos considerar o som do nome, e não suas letras segundo nosso alfabeto. Devemos usar a fonética hebraica para essa transcrição. Por fim, transformamos as letras hebraicas do nome em notas musicais. No caso do nome “Paulo”, por exemplo, as letras hebraicas correspondentes são pê', 'álef, vav, lámed e vav (p'wlw, sem vogais).

Um detalhe: Para que a música codificada a partir do nome de uma pessoa tenha efeito, é necessário codificar o nome completo de nascimento.

Além das letras dos nomes, há ainda uma relação com as sete cores do arco-íris. Nos vídeos apresentados, cada nota é acompanhada da imagem da letra hebraica correspondente e de sua cor regente. Assim unimos som-cor-forma no processo de codificação musical pela Cabala, gerando mantras de uma nova era, uma era de integração e síntese de conhecimentos...

Canalização musical ou música espontânea

Atualmente, além de produzirmos música pelo processo cabalístico codificado apresentado acima, também temos utilizado o método da canalização musical, que outros podem chamar de música espontânea. Para isso, sentamo-nos frente à pessoa para a qual canalizaremos e relaxamos um pouco (nós e a pessoa). Levamos alguns minutos para sentir a energia que ela nos transmite naquele momento. Então, por um processo interno difícil de explicar em palavras comuns, soamos a primeira nota, ou nota-chave, que desencadeará as demais que comporão a música para aquela pessoa. É uma música cantada. Gravamos tudo para fornecer uma cópia à pessoa posteriormente.

Por vezes, o resultado musical é apenas uma música cantarolada, sem letra, mas que toca o coração de quem ouve. Em outros casos, há uma letra, geralmente em hebraico, que depois podemos ouvir e traduzir. O estilo da música também varia. Pode ser algo muito lento, tranqüilo, ou algo mais dinâmico, quase lírico. Um bom exemplo é a música “Koach Gavriel”, onde canalizamos a parte cantada instantaneamente, e incluímos o acompanhamento posteriormente.

Importante ressaltar que, para canalizar por este processo é preciso saber cantar, do mesmo modo que para canalizar por escrito é necessário saber escrever. Mas apenas saber cantar não é tudo para canalizar por este processo... É preciso estar aberto às energias que se sente enquanto o processo de canalização está em curso. Sentir a energia da pessoa e representá-la em música não é tão simples como parece. Ainda mais quando o objetivo é devolver-lhe uma música que contenha os sons necessários para reequilibrá-la e levá-la a um estado de maior bem-estar físico e espiritual.

[Se você deseja conhecer mais sobre o trabalho com Mantras Codificados e Canalização Musical, entre em contato com o autor pelo email pstekel@gmail.com]

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